O ser e a sigla – ideologias partidárias

O processo geralmente é muito semelhante. Um exemplar masculino e um exemplar feminino geram, através de um ato biológico, e por vezes também afetivo, um novo exemplar. Um exemplar bebê. Que vai depender de cuidados e atenção até se tornar um ser humano autônomo. Em circunstâncias habituais, atividades cerebrais marcadas por impulsos eletromagnéticos neuronais acompanham o desenvolvimento dos bebês.

Em experimentos realizados na década de 1960, os pesquisadores David Hubel e Torsten Wiesel, ambos neurocientistas, descobriram um “período crítico” em que o cérebro deveria receber estímulos para que se desenvolvesse normalmente. “A descoberta do período crítico tornou-se uma das mais famosas no campo da Biologia na segunda metade do século XX[1] e rendeu aos pesquisadores o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1981.

A ideia de períodos críticos também deu sustentação à observação do etólogo Konrad Lorenz de que filhotes de ganso, se expostos à presença de um ser humano por um breve período de tempo, entre 15 horas e três dias depois do nascimento, formam vínculo com a pessoa — e não com a mãe — pela vida toda. (…) Na verdade, a versão psicológica do período crítico remontava a Freud, que afirmou que passamos por fases de desenvolvimento que são breves janelas de tempo, durante as quais devemos ter determinadas experiências para sermos saudáveis; esses períodos são formativos, disse ele, e nos moldam pelo resto da vida.[2]

É também de conhecimento científico, que para além de um período crítico, onde as conexões neuronais marcam seus caminhos iniciais de acordo com os estímulos recebidos para o desenvolvimento e aprendizagem, há durante toda a vida de um cérebro, uma “plasticidade cerebral”, que é a capacidade de uma espécie de mutação, onde esses caminhos neuronais se refazem, se recompensam, se reativam e se recriam. Há até poucos anos, acreditava-se e estudava-se o cérebro com a hipótese de que um adulto possuía em média 100 bilhões de neurônios, conforme S. Finger e D. Stein, 1982[3]. Hoje, já perante novos estudos, admite-se que a quantidade de neurônios em um cérebro adulto seja de aproximadamente 86 bilhões[4].

Amparados pelo exemplo dessas simples considerações iniciais, podemos admitir que nosso comportamento e maneira de pensar sobre as coisas que nos cercam, são um reflexo direto dos estímulos recebidos pelo meio em que estamos inseridos e em desenvolvimento. Se nascemos em uma comunidade islâmica, é natural que venhamos a agir conforme os pensamentos defendidos e comportamentos propagados em uma cultura islâmica. Se nascemos em uma comunidade parva provinciana, é natural que sejam por nós reproduzidos os modos parvos provincianos dessas pessoas com quem aprendemos desde criancinhas. Se não tivermos outras referências culturais durante o “período crítico” ou para estimular a “plasticidade cerebral” já em idade adulta, é bastante provável que chegaremos à velhice e morreremos como típicos islâmicos ou parvos provincianos, nos casos citados.

Michael Merzenich descrito pelo neurocientista irlandês Ian Robertson como “o maior pesquisador do mundo em plasticidade cerebral”, tornou-se especialista em “melhorar a capacidade das pessoas de pensar e perceber, modelando o cérebro por meio do exercício de áreas de processamento específico (chamadas de mapas cerebrais), de modo que elas realizem um trabalho mental mais intenso. Talvez mais do que qualquer outro cientista, ele também mostrou com ricos detalhes científicos, como essas áreas de processamento se transformam.[5]

Considerando ainda, que nos dias de hoje, adentrados ao séc. XXI, Pós-modernidade (o que vem depois?), Era do Google, da globalização, do mundo virtualizado — ou das tentativas de virtualizar o nosso mundo —, em que temos acesso a uma infinidade de informações sobre conhecimentos variados de todos os cantos do Universo, o que é que está faltando para que abandonemos a caverna? Hã?

Torna-se quase incompreensível que ainda hoje, ainda agora, e pelo visto por algum tempo ainda mais, tenhamos que nos suportar com nossas ideias enferrujadas, rígidas e retrógradas muito encontradas em livros de História dos séculos passados e pouco úteis ou evolutivas para os tempos atuais. São comportamentos políticos, sociais e econômicos enquadrados em conservadorismo que quando bem observados assemelham-se à imagem de um Meteoro vindo em direção ao Planeta em velocidade exponencial crescente. Onde pretendemos chegar com esse comportamento agarrados em ideias do ultra-passado?

Talvez Freud explique:

Foi o Dr. Wittels quem primeiro enunciou a idéia de que o primata teria passado sua existência num ambiente extremamente rico, satisfazendo todas as suas necessidades. O eco dessa situação temos no mito do paraíso original. Lá, ele pode ter superado a periodicidade da libido, que é ainda inerente aos mamíferos. Ferenczi, naquele trabalho mencionado, rico de pensamentos, expôs que o desenvolvimento ulterior desse homem primitivo realizou-se sob a influência dos destinos geológicos da Terra e especialmente as agruras dos tempos glaciais teriam exercido o estímulo para o seu desenvolvimento cultural. Pois é amplamente admitido que a espécie humana já existia na era glacial, tendo experimentado sua influência.

Apresentando a ideia de Ferenczi, fica-se tentado a reconhecer, nas três disposições para a histeria de angústia, a histeria de conversão e a neurose obsessiva, regressões a fases pelas quais toda a espécie humana teve que passar do começo ao fim dos tempos glaciais. Assim como naquela época todos os homens passavam por essa experiência, hoje somente uma parcela passa em virtude da predisposição herdada acionada por novas experiências. Os quadros não podem naturalmente ser superponíveis, porque a neurose contém mais do que a regressão traz consigo.

Ela é também a expressão da resistência contra essa regressão, um compromisso entre as coisas antigas dos tempos primitivos e a exigência do culturalmente novo. Essa diferença cunhar-se-á de maneira mais intensa na neurose obsessiva, a qual, como nenhuma outra, fica sob o signo da contradição interna. A neurose deve resgatar o quadro primitivo até onde o reprimido nela conseguiu vencer.

|1.)| Como primeira colocação, afirmaria, portanto, que sob a influência das privações impostas pelo desencadeamento da era glacial a humanidade em geral tornou-se angustiada. O mundo externo, que era até então preponderantemente amistoso, propiciando qualquer satisfação, transformou-se num acúmulo de riscos iminentes. Havia toda razão para a angústia real diante de qualquer fato novo.[6]

As Ciências e Tecnologias, o Capital Intelectual, o Potencial Humano amplamente desperdiçados em face às atuais culturas do lucro acima de tudo e quaisquer coisas. As relações genuínas, pessoais, subjetivas, esquecidas… Os Recursos Naturais do Planeta. Tudo parece ser esfumaçado em conjunto sob uma cortina ilusória para que a cultura do lucro, alicerçado em uma ampla ignorância das populações, prospere sem obstáculos. Coca-Cola, McDonald’s, Bancos, Monsanto, Johnson & Johnson, Exxon… Controles, controles e mais controles.

Recordando uma das falas do documentarista da série Zeitgeist, Peter Joseph:

Problemas geram lucro: Indústrias prosperam com problemas. E soluções, que novamente são uma forma de eficiência, é a inimiga. Eficiência física tangível é inversa à atual eficiência econômica de mercado. Se pegar todo o dinheiro gasto hoje na produção de água engarrafada neste planeta… Mas o que você faz nessa sociedade? Você dá um jeito; é o que as pessoas fazem. Se torna normal ser tão ineficiente onde apenas se aceita pelas nossas vidas. Está embutida na nossa estrutura e é difícil para nós estar conscientes ou as vezes até ser ativo com os tipos de métodos de preservação que são requeridos. Mas se você pegasse todo o dinheiro gasto na produção de água engarrafada para beber deste planeta e aplicasse em um sistema público massivo de filtragem, dessalinização, infraestrutura limpa de canais. Suspeito que seria pago por muitas vezes. Mas poluição é outra forma de ineficiência para ser capitalizada. Poluição cria empregos e mercados como qualquer forma de ineficiência.[7]

Há uma imagem que circula pela internet, de um bebê carimbado por marcas famosas, as dominantes. Essa imagem nos diz mais de nós do que aquilo que somos capazes de imaginar de nós mesmos, se não paramos perante os fatos com seriedade para refletir de forma abrangente sobre esses comportamentos. Nossos cérebros foram moldados desde o berço, fomos estimulados à competitividade do mercado, ao consumo do mercado, à necessidade do mercado, à existência onisciente, onipotente e onipresente do mercado. Assim como um islâmico pode colapsar ao tomar conhecimento e talvez experimentar das culturas Ocidentais, e vice-versa; e um parvo provinciano pode “regenerar” ao compreender as demais culturas do Planeta. Assim nós, Latino-americanos, também podemos nos libertar da prisão mercado-lógica imposta a todos os seres humanos, e em consequência, desumanizados.

guindastesA sociedade está um horror. São guerras, misérias e mortes por causas evitáveis e a mais grave de todas: a ignorância. Ignorância que é fomentada pela lógica do mercado, do lucro acima de tudo. Ignorância que nós compramos nas lojas e que nos serve de alimento no café, almoço e jantar (pra quem tem o privilégio de fazer alguma ou mais de uma refeição por dia), e até na água engarrafada. Com tanta informação disponível, com tantas pessoas acessando conhecimentos, tecnologias, relações globais… Por que andamos tão mal enquanto sociedade? As crises mundiais ultrapassam as linhas divisórias de suas fronteiras e se mesclam em um borrão aos olhos de quem procura entender o que está acontecendo com (os humanos no) o Planeta.

Os programas de televisão são feitos para vender propagandas. Propagandas por sua vez vendem produtos. Produtos são resultados e geradores do mercado, da lógica mercadológica, do lucro acima de qualquer coisa a mais existente. Televisão implanta culturas em sociedades de pessoas desavisadas. Televisão vende homofobia, machismo, racismo e todo o tipo de discriminação entre pessoas de culturas diferentes daquela que se deseja implantar. Televisão vende raiva, preconceitos, estupidez, indiferença, desprezo… Televisão vende a ideia pronta do consumidor que fará o mercado existir e prosperar. Televisão vende ignorância, e a clientela é farta. Os cérebros são moldados com a repetição do audiovisual, e essa repetição é diária, várias vezes por dia, em horários diferentes para atingir o maior público possível. Dá-se dessa maneira mais um tipo de controle social. Humanos zumbis, impotentes perante a degradação e abuso da sociedade em que vivem. Humanos irmanados em estupidez coletiva.

A internet, ferramenta incrível de comunicação e acesso ao conhecimento, quando utilizada nos padrões da lógica do mercado, seguindo os rastros dos comerciais, das marcas, das propagandas, e dos conteúdos programados para a manutenção da imbecilidade e ignorâncias (porque são tantas), causa tanto retrocesso ou mais do que se nem tivesse sido descoberta e vulgarizada. Zygmunt Bauman em uma entrevista publicada no El País, conclui: “Las redes son muy útiles, dan servicios muy placenteros, pero son una trampa.”.

A maioria das pessoas que estão tendo acesso à internet, 3,2 bilhões de internautas que correspondem a 44% da população mundial, estão moldadas pelo comportamento do culto à ignorância, acomodadas na navegação de redes sociais que são bombardeadas por memes, propagandas e páginas e perfis patrocinados o tempo todo, sem trégua. Basta observar o número de acessos ou de “curtidas” que diferenciam as estatísticas entre um vídeo desprezível e um documentário elaborado por pesquisadores do mundo todo, ou entre um site de fofocas de famosos que vende propaganda para produtos inúteis e um portal de publicações científicas com teses de doutorados.

A imbecilidade e o estrago social gerados pelas redes sociais, e antes pelas televisões, é tamanha, que as relações afetivas se desfazem em função de algumas siglas. Siglas essas que podem representar a marca de uma grife, um status social, um partido político, uma porta de igreja e até uma existência humana, como é o caso da sigla LGBT. Em tempos de Eleições e de crises políticas, torna-se insuportável e indigesto o uso de redes sociais, que se transformam em ringues de lutas entre siglas de partidos — que se estende para as ruas e até para as repartições e casas de família —. A educação que temos não é Política, é partidária, separatista, excludente, que não dialoga. Assim, somos seres sociais e políticos por natureza, envolvidos em guerrilha social defendendo siglas partidárias por ignorância. De forma semelhante como a dos conservadores extremistas que abominam qualquer manifestação de liberdade LGBT, por exemplo, simpatizantes de Partidos Políticos excluem-se uns aos outros, desejando aos outros a derrota e quando não a morte, tamanho é o ódio gerado pelo adversário, que “pensa” defender uma (ideia)sigla diferente. Faz isso algum sentido?

Em plenos dias atuais, adentrados ao séc. XXI, na Pós-modernidade e o que vem depois, na Era do Google, da globalização, do mundo virtualizado — ou das tentativas de virtualizar o nosso mundo —, em que temos acesso a uma infinidade de informações sobre conhecimentos variados de todos os cantos do Universo. Faz esse comportamento retrógrado, reacionário, algum sentido? Ou perdemos todos?

Em um livro fantástico sobre uma investigação histórica e da História abrangendo aspectos do comportamento humano e social, o psicólogo Steven Pinker nos leva dos dias de hoje até uma provável luta em disputa entre Otzi[8] e seus contemporâneos; e nos traz de volta ao futuro em uma viagem que atravessa os séculos em seus fatos documentados e pesquisados em estudos científicos. O título do livro é “Os anjos bons da nossa natureza”, que ao final conclui que nós humanos estamos evoluindo para a extinção da barbárie comportamental. Mas dependendo do lugar do mundo onde está o leitor deste livro, a conclusão pode ser a de que estamos evoluindo para a extinção humana mesmo. À lembrança de algumas previsões possíveis de extinção humana feitas por Stephen Hawking em 2015, a sensação de que a barbárie é aqui tem se feito presente ao acompanhar o strip-tease das almas nas redes sociais[9], e notícias de jornais sempre e parecendo cada vez mais sensacionalistas e causadoras de dúvidas e inseguranças.

Quase todo o conhecimento científico produzido por estudiosos dedicados do mundo todo está também disponível nessa rede virtual de dados que conecta vidas existentes em todo o Planeta. A maioria das pessoas, em defesa própria, se autodenomina cidadão de bem, e as Ciências e Tecnologias progredindo através destas pessoas, amparadas por uma Ética Profissional, não deveriam promover estímulos que escapem da realização do provimento de Bem Comum a todos. Será que chegamos ao ponto da necessidade de definir em conjunto o significado de Bem Comum?

Hoje, temos a capacidade de gerar energia, alimentação, moradia, saúde e educação para todos nesse planeta e ao mesmo tempo eliminar as crises econômicas, sociais e ambientais junto com a corrupção, a pobreza, o abuso de poder, o desemprego, a desigualdade social, as guerras e outros fatores que impedem a vida e sustentabilidade do planeta e de seus habitantes.”[10]

Se por um lado temos chegado em potenciais criativos e inovadores, inéditos, nos campos das Ciências e Tecnologias, que nos permitem criar qualquer coisa que imaginarmos através de máquinas programadas por códigos organizados; por outro lado há uma dominação permanente das culturas populares sociais para que a barbárie e ignorâncias continuem sendo o combustível do mercado gerador de lucro acima de tudo. A desigualdade e a manutenção dos problemas nada mais são do que controle social. Em pensar que no Brasil, fonte das maiores reservas de Recursos Naturais do Planeta, ainda hoje há pessoas sem acesso à água potável, e muitas vezes com acesso restrito à água barrenta que é comercializada informalmente pelos “detentores” locais. Enquanto uns poucos indivíduos possuem a metade do dinheiro corrente no Planeta e gastam em um jantar ou em uma viagem de final de semana o equivalente ao trabalho de 10 homens pobres durante suas vidas inteiras, de sol a sol. Enquanto investimentos surreais são aplicados em viagens espaciais para exploração da Galáxia, e em breve do Planeta Marte; aqui na terra dos pobres mortais, ainda se morre e sofre de causas simples e evitáveis.

A ignorância, essa entidade amplamente cultuada nos altares televisuais de residências familiares, e amplamente difundida pelas redes sociais para aliciar e doutrinar os usuários mais incautos, como substrato mantenedor da estupidez coletiva, essa ignorância precisa ser encarada e erradicada pelo que representa na realidade: a raiz de todo o mal. Não nos enganemos e não nos esquivemos, pois de toda essa barbárie observada somos também partes e responsáveis. As Ciências e Tecnologias estarão ao nosso favor quando nós próprios descobrirmos que também queremos estar em nosso favor. Uma sociedade unida pelo Bem Comum precisa, indiscutivelmente, substituir o culto à ignorância pelo culto ao conhecimento. Precisa remodelar os caminhos cerebrais e permitir a liberdade dos neurônios em se reinventarem por novos estímulos. Precisa se abrir para o que vem depois da Pós-modernidade e se desgarrar das sombras da caverna, das lembranças da cegueira.

Uma sociedade unida pelo Bem Comum precisa de mais utopias reais e de menos realidades virtuais.

____________________________________

[1]. DOIDGE, Norman. O cérebro que se transforma. Tradução de Ryta Vinagre. 5° edição. Rio de Janeiro: Record, 2013. p. 66.

[2]. ibid., pp. 66-67.

[3]. Brain Damage and Recovery: Research and Clinical Perspectives. Nova York: Academic Press, p. 45.

[4]. Pesquisa da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, em que os neurocientistas Roberto Lent e Suzana Herculano-Houzel criaram um equipamento especial para chegar a uma estimativa mais próxima do número real de neurônios no cérebro humano adulto.

[5]. DOIDGE, op cit., pp.59-60.

[6]. FREUD, Sigmund. Neuroses de transferência: uma síntese (manuscrito recém-descoberto) | Übersicht der Übertragungsneurosen. Tradução de Abram Eksterman. Rio de Janeiro: Imago, 1987. pp. 74-75.

[7]. Peter Joseph no “Encontro Regional TZM – 21.06.2011 – LA, Califórnia” – Youtube. Assista no Canal do Time Linguístico Brasileiro com legendas. https://www.youtube.com/watch?v=yuxUP_PBg00

[8]. Otzi ou Múmia do Similaun é uma múmia masculina bem conservada com cerca de 5 300 anos que foi encontrada por moradores da região nos Alpes orientais, em uma geleira perto do monte Similaun, na fronteira da Áustria com a Itália, em 1991. É uma das mais antigas múmias humanas conhecidas, e oferece uma visão sem precedentes da vida e hábitos dos homens europeus na Idade do Cobre.

[9]. Expressão usada pela jornalista e escritora Eliane Brum na coluna assinada por ela no portal do jornal El País em 03/08/2015. Link: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/20/opinion/1437400644_460041.html

[10]. Documentário Zeitgeist Adendum legendado: https://www.youtube.com/watch?v=EewGMBOB4Gg

* Fotografia de Jalleh Inemen – Porto de guindastes / RJ.

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